STOKA Robô lançadeira

Robô lançadeira: o carro que trabalha dentro da estante

Um carro que se move dentro da estante, não no corredor. Uma só via de acesso basta para muitas posições em profundidade.

  • Alta densidade
  • Paletes ou caixas
  • Versões para frio
Em uma frase

Por que o armazém se enche de corredores?

Porque cada estante convencional precisa de um corredor, e o corredor não guarda nada.

Quando um carro entra no canal, uma única via atende muitas posições em profundidade, e essa área volta a guardar estoque.

O que é

É um carro motorizado que anda por dentro da estante em vez de pelo corredor. Recebe a carga na boca do canal, leva até o fundo e a deposita; para retirá-la, faz o caminho inverso.

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Dentro das faixas com que trabalhamos, pode multiplicar a densidade por até três e liberar até 66% do piso ocupado.

Na prática

O robô lançadeira se move dentro do canal da estante, então uma única via de acesso basta para muitas posições em profundidade. Há versão para paletes e para caixas, variantes para frio até −25 °C e versões para atmosferas explosivas.

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Compensa quando o volume por item do armazém enche os canais.

Robô lançadeira
Robô lançadeira
Robô lançadeira

O que é um robô lançadeira, também chamado carro satélite ou shuttle?

  1. As variantes por movimento: o que cada carro consegue fazer

    Nem todos os carros fazem o mesmo, e a diferença aparece no layout. Os mais simples vão e voltam numa só direção: entram no canal, deixam ou buscam a carga e retornam à boca.

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    Para passar a outro canal é preciso transferi-los, e quem faz isso é o operador com a empilhadeira ou um equipamento que os muda de posição. Os de quatro direções se deslocam tanto ao longo do canal quanto de forma transversal, então mudam de corredor por conta própria e, com um elevador, também mudam de nível: o sistema deixa de ser um conjunto de canais soltos e passa a se comportar como uma grade. A terceira variante é a do tipo mãe-filho: um carro grande, a mãe, circula por uma via principal e leva até a boca do canal um carro pequeno, o filho, que é quem entra para buscar a carga. Qual corresponde depende de quantos canais é preciso atender por hora e de quanto vale o tempo de transferência na sua operação.

  2. Frio: até onde o shuttle chega e onde já não

    O robô lançadeira trabalha até −25 °C, e esse número é um limite de projeto, não uma preferência. Abaixo dessa temperatura tudo muda: a bateria entrega menos, os lubrificantes engrossam, a eletrônica fica sensível e a condensação ao entrar e sair da câmara começa a causar danos.

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    Se a sua câmara opera mais fria que −25 °C, a lançadeira não é a opção, e convém dizer isso antes de orçar: o transelevador de paletes, que é o equipamento que se move pelo corredor elevando a carga até a posição, chega a −30 °C. Por isso o dado que é preciso trazer ao levantamento não é a temperatura nominal da câmara, mas a de trabalho real, medida no ponto mais frio e no pior momento do ciclo. Também importa se a carga passa da zona fria para a zona temperada, porque essa passagem define proteções, ciclos de degelo e frequência de manutenção. As condições exatas do equipamento escolhido são entregues na ficha do diagnóstico.

  3. ATEX: armazéns onde o próprio ar pode pegar fogo

    Há armazéns onde o ambiente pode se inflamar: quando o ar tem vapores de solventes, álcoois, tintas ou aerossóis, ou pó fino em suspensão — farinha, açúcar, madeira, alumínio. Nessas condições, uma faísca ou uma superfície quente basta para iniciar uma explosão, e um equipamento elétrico comum não pode estar ali.

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    Para isso existem as versões ATEX, sigla que se refere às atmosferas explosivas: carros com motores e painéis com invólucro protegido, controle da temperatura de superfície, materiais que não soltam faísca por atrito, aterramento e controle de eletricidade estática, e carga de baterias fora da zona classificada. A classificação da zona — que setor está em risco, com que substância e com que frequência — é um dado que o cliente fornece com o seu estudo de risco: não somos nós que o estimamos. Também não costuma ser zona classificada o armazém inteiro: muitas vezes basta equipamento protegido no setor crítico e padrão no resto. É um tema sobre o qual circula pouca informação em português; tratamos dele no levantamento com o seu responsável de segurança e fica registrado no diagnóstico.

  4. Da boca do canal para fora: como o sistema se integra

    O carro é metade do sistema. A outra metade é o que acontece na boca do canal e no software.

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    Alguém precisa levar a carga até ali: pode ser uma empilhadeira, uma linha de transporte ou um transelevador que além disso move o carro entre níveis, e essa escolha muda o rendimento do conjunto tanto quanto o próprio carro. Do lado digital, é preciso um software que saiba em que posição de qual canal está cada palete e em que ordem convém retirá-los, integrado ao seu sistema de gestão de armazém (WMS, do inglês warehouse management system). Do lado da obra entram o piso, a alimentação elétrica, a área de carga de baterias e a proteção da estrutura. Os sistemas automáticos de armazenagem trabalham entre 7 e 40 metros de altura, e o prazo de instalação é de 3 a 4 meses a partir do pedido de compra. Não publicamos tabelas modelo por modelo: a ficha técnica completa é entregue com o diagnóstico, já calculada sobre o seu armazém.

Critérios de escolha

O que define se um robô lançadeira é a solução?

Não publicamos tabelas de especificação modelo por modelo: a ficha detalhada é entregue com o diagnóstico, dimensionada para a sua operação. Estes são os critérios usados na escolha.

  • Volume por item

    Um canal se enche com um único item. Se o volume de cada um não basta para ocupar o canal inteiro, a densidade ganha no papel se perde em canais pela metade que ocupam o espaço todo do mesmo jeito.

  • Unidade de carga: palete ou caixa

    Não é a mesma coisa movimentar paletes completos e caixas ou contentores plásticos para separar pedidos por unidade. São duas escalas de sistema diferentes, com estrutura, software e ritmo próprios, e convém defini-lo antes de olhar qualquer equipamento.

  • Sequência de saída exigida

    Um canal com acesso por um só lado entrega primeiro o último que entrou. Se você trabalha com validades ou com lotes e precisa tirar primeiro o mais antigo, é preciso prever canais com acesso pelos dois extremos ou combinar com posições seletivas.

  • Temperatura e atmosfera de trabalho

    O shuttle chega a −25 °C e o transelevador de paletes a −30 °C. Se além disso há vapores ou pó inflamável no ar, a conversa passa para as versões para atmosferas explosivas (ATEX) e para a classificação de zonas.

  • Altura livre real e estado do piso

    Os sistemas automáticos trabalham entre 7 e 40 metros. A altura é medida até o ponto mais baixo que interfere, não até o teto. A planicidade e a carga admissível do piso são verificadas no local, porque delas depende que o carro corra por igual.

Engenharia aplicada à sua operação

Quando o robô lançadeira não é a resposta?

Não compensa se você precisa chegar a qualquer palete na hora.

A densidade se paga em acesso: é preciso respeitar a ordem do canal, e se a sua operação pede tudo já, essa ordem vira espera. Também não com pouco volume por item, porque um canal pela metade ocupa o canal inteiro. E se a câmara trabalha mais fria que −25 °C, corresponde outro equipamento.

Perguntas frequentes

Perguntas frequentes

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Conte-nos o seu caso
01

Em que um robô lançadeira se diferencia de um transelevador?

O transelevador se move pelo corredor e eleva a carga até a posição; o carro lançadeira se move dentro do canal, na horizontal. Um dá acesso direto a cada posição em altura, o outro dá densidade em profundidade. O frio também muda: o transelevador de paletes chega a −30 °C e o shuttle a −25 °C.

02

Serve para uma câmara de congelados?

Depende da temperatura real de trabalho. Até −25 °C, sim. Se a câmara opera mais fria que isso, corresponde outro equipamento: o transelevador de paletes chega a −30 °C. A medição do ponto mais frio, no pior momento do ciclo, faz parte do levantamento e define o sistema antes de qualquer outra consideração.

03

Há versões para armazéns com solventes ou pós inflamáveis?

Sim. Existem carros preparados para atmosferas explosivas (ATEX), com proteção em motores e painéis, controle da temperatura de superfície e carga de baterias fora da zona classificada. A classificação de zonas vem do seu estudo de risco; nós a tomamos como dado de entrada e dimensionamos o sistema sobre essa base.

04

Quanto tempo leva a instalação e o que recebo antes de decidir?

O prazo de instalação dos sistemas automáticos é de 3 a 4 meses a partir do pedido de compra. Antes disso você recebe o levantamento, o layout e a ficha técnica do sistema proposto, calculada sobre o seu armazém. Não publicamos tabelas de capacidades nem de velocidades fora de contexto, porque levam a comprar mal.

Contato

Antes de orçar um shuttle,é preciso medir o canal

O levantamento define profundidade de canal, unidade de carga, temperatura real de trabalho e estado do piso. Com isso entregamos o layout, a ficha técnica e o orçamento. E se a estante resolver, dizemos.