STOKA Software

Software de gestão do armazém: WMS e integração

O que decide onde cada coisa é guardada, em que ordem sai e qual equipamento a move. Conectado ao que a sua empresa já usa.

  • Gestão do armazém
  • Controle de equipamentos
  • Integração com o seu ERP
Em uma frase

Por que se procura estoque que consta no sistema?

Porque o sistema da sua empresa sabe quanto há, mas não onde está.

Se o endereço é anotado à mão ou vive na memória de alguém, cada busca é uma volta pelo armazém. O software do armazém registra a posição em cada movimentação.

O que é

São camadas apoiadas umas sobre as outras. O sistema de gestão do armazém (WMS) controla o inventário, atribui endereços e organiza os pedidos.

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O sistema de controle de equipamentos (WCS) converte essas decisões em ordens para cada máquina e coordena quem se move primeiro. A STOKA implanta um WMS próprio, integra-o ao sistema de gestão empresarial (ERP) que a sua empresa já usa e o conecta ao controle dos equipamentos.

Na prática

Um armazém automático sem software é um conjunto de máquinas que não sabe o que mover nem em que ordem. O software define onde cada coisa é guardada, com que prioridade sai e qual equipamento a movimenta, e deixa registrada cada movimentação.

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A STOKA implanta um WMS próprio e o conecta ao sistema de gestão que a sua empresa já usa.

Software

O que é um sistema de gestão de armazém e o que faz cada camada?

  1. WMS contra ERP: a pergunta que aparece em toda reunião

    É a dúvida mais frequente e vale esclarecê-la cedo. O sistema de gestão empresarial (ERP, enterprise resource planning) é o que a empresa já tem: fatura, compra, contabiliza e sabe quanto estoque há de cada item.

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    O sistema de gestão de armazém sabe outra coisa: onde está cada unidade, em que estado, de que lote, com que validade e em que ordem convém retirá-la. O ERP responde quanto eu tenho; o WMS responde onde está e o que sai primeiro. Por isso um ERP não substitui um WMS: pode ter o saldo contábil impecável e mesmo assim não dizer a ninguém de qual estante descer o palete. O contrário também não: o WMS não fatura nem compra. O que corresponde é que conversem entre si. O ERP envia o pedido, o WMS resolve a execução dentro do armazém e devolve a movimentação confirmada com o seu endereço. Se você tem um ERP com um módulo de endereços simples e poucas movimentações por dia, pode ser suficiente: o WMS se justifica quando o endereço, a sequência e a rastreabilidade custam horas todos os dias.

  2. Ver o armazém na tela antes que ele trave

    A visualização em três dimensões não é uma animação para a sala de reuniões. É a representação do estado real do armazém na tela: quais posições estão ocupadas, quais equipamentos estão trabalhando, quais ordens estão na fila e onde está se acumulando trabalho pendente.

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    Serve para duas coisas concretas. A primeira é encontrar o gargalo antes que ele trave tudo: quando a fila cresce sempre no mesmo ponto, o problema não está no equipamento que parou, mas no trecho anterior, e isso numa planilha não se vê. A segunda é operar sem percorrer o armazém para entender o que está acontecendo, algo que importa quando o sistema trabalha em altura ou em câmara fria, onde a inspeção visual direta é incômoda ou simplesmente inviável. Também serve durante a entrada em operação, para comparar o comportamento real com o que foi dimensionado no projeto e corrigir parâmetros antes que virem costume.

  3. Integração e inventário exato: conversar com o que você já usa

    O software do armazém não substitui os sistemas da empresa: conecta-se a eles. A conexão é feita por interface de programação (API, application programming interface), que é o modo padrão de dois sistemas trocarem dados sem que ninguém os redigite à mão: o sistema de gestão empresarial envia os pedidos e as ordens de compra, e o do armazém devolve as confirmações de recebimento, os endereços e as movimentações.

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    O escopo dessa integração é definido em função do sistema que você já tem e da interface que ele expõe; não se promete antes de ver. O benefício mais mensurável aparece no inventário: com o registro automático de cada movimentação, a acuracidade deixa de depender de uma planilha posterior, e a contagem deixa de ser uma jornada inteira de pessoas. Esse tempo tem um preço, calculado com o custo da mão de obra da sua operação, que entra na conta do projeto.

Software

Controle de armazém automatizado: do pedido à máquina

Entre a decisão e o movimento físico há uma tradução.

O sistema de gestão de armazém diz mova o palete da posição A para o pátio de expedição; o sistema de controle converte essa frase em ordens para cada equipamento, na ordem correta e com as permissões corretas: qual transportador arranca, qual máquina entra no corredor, qual espera. Sem essa camada, dois equipamentos podem pedir o mesmo trecho ao mesmo tempo e o armazém trava sozinho. O sistema de controle também administra as prioridades: uma saída urgente passa antes de uma reposição, e uma reposição passa antes de uma reorganização interna.

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A camada de manipulação é ainda mais fina: cuida do detalhe dos equipamentos que pegam e depositam a mercadoria, a sequência de pega, o ponto exato de apoio e a confirmação de que a unidade ficou onde deveria. Quanto mais automatizado é o armazém, mais pesa essa tradução, porque é ela que evita que a capacidade instalada fique esperando uma ordem. Num armazém automatizado, o controle é a camada que se vê trabalhar. O sistema de controle (WCS) recebe as ordens do WMS que a STOKA implanta, integrado ao sistema de gestão da sua empresa, e as distribui entre transelevadores, robôs lançadeira, transportadores e veículos autônomos. Essa camada, sim, entra no escopo de cada projeto automático, porque é a que conhece as máquinas e responde por elas. Antes de assinar, convém ter por escrito quatro respostas: que ordens o controle recebe do seu sistema de gestão e que confirmações devolve; o que acontece com uma ordem em andamento quando um equipamento para; como se vê o estado do armazém na tela enquanto ele opera; e quem dá suporte a essa camada depois da entrada em operação.

Como se planeja a automação de um armazém, de ponta a ponta
Critérios de escolha

O que define o escopo do software de que você precisa?

Não publicamos tabelas de especificação modelo por modelo: a ficha detalhada é entregue com o diagnóstico, dimensionada para a sua operação. Estes são os critérios usados na escolha.

  • Se os endereços já estão atribuídos

    É o primeiro filtro e o mais ignorado. Se a mercadoria é guardada onde há lugar e não numa posição identificada, o software não tem sobre o que trabalhar. Organizar endereços é tarefa de processo e vem antes de qualquer licença.

  • Movimentações por dia e quantidade de itens

    Poucas movimentações e poucos itens se sustentam com o módulo de endereços do sistema de gestão empresarial. Quando as movimentações são muitas, repetitivas e com sequência obrigatória por lote ou validade, aí se justifica um sistema de gestão de armazém próprio.

  • Quais equipamentos automáticos há, ou vai haver

    Se o armazém é manual, a conversa começa e termina no sistema de gestão de armazém. Cada equipamento automático acrescentado incorpora a camada de controle, e os equipamentos de manipulação incorporam também a camada que cuida do seu detalhe.

  • Que interface o seu sistema atual expõe

    A integração é feita por interface de programação, e nem todos os sistemas expõem a mesma. Disso dependem o escopo real da troca, quais dados viajam em cada sentido e com que frequência se sincronizam. É verificado antes de orçar.

  • Rastreabilidade exigida por lote, validade ou série

    Alimentos, farmácia e qualquer produto com validade obrigam a seguir a unidade, não só o saldo. Esse requisito define a estrutura de dados do sistema e costuma ser o motivo que pesa na decisão, mais que a quantidade de paletes.

Engenharia aplicada à sua operação

Quando ainda não é preciso comprar software?

Se você ainda não atribuiu endereços nem padronizou a unidade de carga, nenhum software vai dar um dado confiável: registraria com precisão posições que no piso não existem.

Primeiro o processo: tirar o estoque que não gira, codificar endereços e definir quem confirma cada movimentação. E se o armazém é pequeno e o seu sistema já tem um módulo de endereços suficiente, não é preciso outro.

Perguntas frequentes

Perguntas frequentes

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Conte-nos o seu caso
01

O sistema de gestão empresarial que já tenho não basta?

Pode bastar, e em armazéns pequenos costuma bastar. O sistema de gestão empresarial (ERP) sabe quanto estoque há; o de armazém (WMS) sabe onde está, em que estado e em que ordem convém retirá-lo. Se hoje essas três perguntas são respondidas procurando, o módulo do ERP ficou curto. Se são respondidas sozinhas, não compre nada.

02

Integra-se ao sistema que já usamos?

Integra-se por interface de programação (API), que é o modo padrão de dois sistemas trocarem dados sem redigitar nada à mão. O escopo depende da interface que o seu sistema atual expõe, então é verificado contra a sua instalação antes de orçar. Não prometemos uma integração sem ter visto o que o outro lado expõe.

03

Posso começar pelo software e automatizar mais adiante?

Sim, e em geral é a ordem que recomendamos. O sistema de gestão de armazém organiza endereços, sequências e dados sobre a operação que você já tem, e esses dados são os que depois permitem dimensionar bem um sistema automático. Automatizar primeiro e organizar depois é o caminho caro: compra-se capacidade sobre suposições em vez de sobre movimentações medidas.

04

Quanto tempo leva a entrada em operação e quando se paga?

Para os sistemas automáticos, o prazo de instalação é de 3 a 4 meses a partir do pedido de compra, e a entrada em operação do software corre em paralelo com a montagem. O retorno depende da operação e é calculado com os seus números no diagnóstico. Num projeto só de software, sobre um armazém manual, o prazo depende do escopo da integração e do estado dos dados de partida.

Contato

Antes de comprar software,convém ver como o armazém trabalha

O levantamento no local mede movimentações por dia, itens, unidade de carga e estado dos endereços, e revisa que interface o seu sistema atual expõe. Com isso definimos o escopo real. E se o que você já tem for suficiente, dizemos.